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MEU, SEU ou NOSSO? Reflexões sobre colaboração

Se perguntarmos para as pessoas se elas são invejosas, orgulhosas ou egoístas, é bem provável que a maioria diga que NÃO.
Porém, se perguntarmos se elas são generosas, humildes e solidárias, é bem provável que a maioria diga SIM.

A verdade é que somos todos MENTIROSOS, principalmente conosco. Muitas das nossas respostas são racionais e com foco em agradar os outros. Esse é um comportamento normal, pois tem como base da APROVAÇÃO SOCIAL que é um dos principais fatores de decisão segundo o livro “As armas da persuasão”.

Mas porque nos comportamos dessa maneira? A resposta é simples: Porque desde a escola fomos “educados” para sermos competitivos e que vivemos em um mundo de escassez. Por isso, precisávamos estudar para passar no vestibular e sermos “selecionados” para as melhores faculdades. Com isso, conseguiremos o SONHO da formatura para começar uma carreira promissora. Algo parecido com esta cena do desenho Família Croods.

Eu segui o caminho PERFEITO até me formar em engenharia elétrica na Unicamp em 1992 sem ser reprovado em nenhuma matéria. Tudo indicava uma carreira de sucesso, mas havia esquecido de um detalhe. Nunca havia me questionado quais eram meus TALENTOS e minhas PAIXÕES.

Quando fiz 50 anos, gravei um vídeo explicando como cheguei ao ORIGAMI.

“Hoje completei 50 anos e gostaria de compartilhar algumas reflexões. Quando completei 49 anos decidi assumir um talento de infância que é o ORIGAMI, pois segundo a antroposofia até os 49 anos é o setênio que temos que assumir a nossa MISSÃO DE VIDA.
Descobri que mudei de setênio e estou no setênio de 49 a 56 que é quando começamos a OUVIR o mundo e a ser mais SÁBIOS.”

Clique na imagem para ver post completo.

Vivemos em um mundo em transformações com as mudanças acontecendo em um ritmo alucinante. Este mundo ganhou o nome VUCA.

VUCA é uma sigla utilizada para descrever a volatilidade (volatility), a incerteza (uncertainty), a complexidade (complexity) e a ambiguidade (ambiguity) nos ambientes e situações. VUCA em inglês, VICA em português!”

Ubuntu – Eu Sou Porque Nós Somos

Esta história ilustra perfeitamente como uma sociedade evoluída deveria ser.

“Um antropólogo que estudava os usos e costumes de uma tribo africana propôs uma brincadeira inofensiva às crianças. Encheu um pote com doces e guloseimas e colocou-o debaixo de uma árvore. Depois, chamou as crianças e combinou que quando desse o sinal, elas corriam para o pote e a que chegasse primeiro ficava com todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças posicionaram-se na linha de partida que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando deu o sinal, todas as crianças deram as mãos e começaram a correr em direção à árvore onde estava o pote. Quando lá chegaram, distribuiram os doces entre si e começaram a comê-los.
O antropólogo foi ter com as crianças e perguntou porque razão tinham ido todos juntos quando, o primeiro a chegar, ficaria com tudo que havia no pote e, assim, comeria muito mais doces.
As crianças responderam: “Ubuntu, tio. Como poderia um de nós ficar feliz se todos os outros estivessem tristes?”
Ele ficou desconcertado! Meses e meses a trabalhar, estudando a tribo, e não tinha compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto a competição…
Ubuntu significa: “Eu sou quem sou, porque somos todos nós!”
Atenção: porque SOMOS, não pelo que temos…
Fonte: Academia Ubuntu”

A COMPETIÇÃO faz parte da nossa sociedade e achamos “normal” a disputa pelo PRIMEIRO LUGAR.

O Movimento Maker tem um espírito de competição diferente, pois é como uma competição de crianças para criar um bichinho com massa de modelar. Não vai existir um vencedor, pois todos são vencedores.

“Makers são adultos que reconhecem sua criança interior”

Um filme da história real de um menino de 14 anos – William Kamkwamba – que mora em Malauí, um dos países mais pobres da África, representa bem o conceito Ubuntu. Ele conseguiu construir um moinho em condições precárias e salvou sua aldeia da seca.

Veja o post completo com o trailer do filme.

O menino que descobriu o vento – Um maker que salvou um cidade

Como criar abundância?

Precisamos mudar de óculos como aprendi com a Lada Deheinzelin. O óculos 2D do mundo de recursos e dinheiro é escasso e finito. A Fluxonomia 4D usa o óculos 4D com as dimensões da Economia Criativa, Economia Compartilhada, Economia Colaborativa e Economia Multimoedas.

Fiz o curso Fluxonomia 4D em 2016 e tive a honra de participar da primeira turma presencial. O vídeo que me fez tomar a DECISÃO de fazer o curso é este que compartilho com vocês. Vamos gerar ABUNDÂNCIA?

Jornada Ikigai – Colaboração na prática

No dia 6/Abril, aconteceu a primeira Jornada Ikigai em São Paulo. Foi incrível, pois foi um evento COCRIATIVO e COLABORATIVO que nasceu de uma conversa com Diogo Lopes que é um grande amigo e docente da universidade da sabedoria ancestral. Tivemos a ideia de criar a Jornada Ikigai para ajudar as outras pessoas a descobrirem seu IKIGAI. Ele até organizou vivências IKIGAI em Brasília, mas por questões pessoais (nascimento do filho) não conseguiu dar foco no evento presencial. Conheci a Mariella Pollo online e ela se apaixonou pela ideia da Jornada Ikigai e o resultado vocês podem conferir no post “1a Edição da Jornada Ikigai em SP” e no vídeo abaixo.

 

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