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A Lógica do Consumo – Neuromarketing

A Lógica do Consumo é um livro de Martin Lindstrom que é uma das maiores referências do neuromarketing.

Marcas fazem parte da história

Ele explica a importância das MARCAS serem inseridas dentro do contexto da HISTÓRIA e não apenas como comerciais. Já é comum apresentadores e artistas usarem determinadas marcas de roupas ou aparecerem bebendo determinada bebida.

Lego – Maior sucesso de storytelling e marketing

Neste artigo, ele explica o conceito de SMASHABLES que são associações à marca sem a necessidade de apresentar o logo.

“Cada sinal pode ser marcado e possuído por uma marca. Basta pensar na caixa azul da Tiffany, nos caubóis da Marlboro, nos homens pequenos da LEGO, ou até nos pontos, no formato de navegação da Apple. Todos aqueles Smashables contam uma história sobre a marca sem sequer mencionar o nome da marca ou mostrar o logotipo. Todo o nosso trabalho em neurociência mostra que esse será o futuro. Não só funciona, Smashables tem um impacto maior do que o logotipo real.

Em resumo, o Smashables será a futura plataforma para operar com a maioria dos canais digitais.

Elaborar a primeira estratégia digital para a LEGO em 1995 foi um grande projeto também. Alinhando o grupo em direção à revolução digital e mais tarde introduzindo a idéia de Smashables ao grupo, permitindo que eles criassem o filme LEGO sem realmente mostrar seu logo, apenas seus Smashables.”

Martin Lindstrom on the Future of NeuroMarketing and What Fortune 100 Companies Have to Learn About Marketing

Resenha do Livro – A Lógica do Consumo

“Martin Lindstrom, consultor dinamarquês especializado em marcas e autor de A Lógica do Consumo, mergulhou na neurociência para descobrir por que compramos (e por que deixamos de comprar) desde latinhas de refrigerantes até carros esportivos de meio milhão de dólares. Usando aparelhos de ressonância magnética e outras técnicas para escanear o cérebro, ele vasculhou as mentes de 2.081 voluntários em cinco países para entender como consumidores reagem à influência do marketing. Aos 39 anos – mas com o rosto ainda juvenil –, ele constatou que muitos anúncios são não apenas ineficazes. São também contraproducentes.

Campanhas antitabagistas, por exemplo, podem estimular fumantes a acender um cigarro instintivamente. Sua principal tese, basicamente, é a de que o subconsciente é responsável por controlar as compras. “De todas as decisões que tomamos diariamente, 85% acontecem em nossa mente não consciente”, afirma. Nesta entrevista, Lindstrom diz que as técnicas de pesquisa “não conscientes” vão mudar o modo como vemos o consumo, o marketing e, no futuro, a economia como um todo. A rigor, já estão mudando: “A esta altura, 25% das 100 maiores empresas do mundo já usam o neuromarketing. Do Google à MTV”.”
Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,ERT97030-16642,00.html

 

 

Veja a entrevista em inglês sobre o livro Buyology que é o nome original.

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