Para as mulheres: Quando você conhece alguém novo, o que fala mais alto? A curiosidade pelo que o outro é ou o instinto de proteção contra o que ele pode esconder? Em um mundo onde o espaço pessoal virou zona de defesa, ainda há lugar para o encantamento?
Para os homens: Quais são suas intenções quando conhece uma mulher? Você busca alguém para “te fazer feliz” ou para compartilhar a felicidade que já habita em você? Suas atitudes são para conquistar um troféu ou para construir uma conexão?
Do Speed Dating à Modernidade Líquida

Muitos de nós já navegamos pelo Tinder ou Facebook esperando que um algoritmo decifre nosso destino. Recentemente, fui conhecer o modelo de Speed Dating. A conclusão? Vi muitas pessoas buscando conexões a partir da carência — e, vibracionalmente, dificilmente a “pessoa certa” aparece quando estamos nesse estado.
Fui convidado pela TV Cultura para falar sobre “Relações Descartáveis”, em um episódio inspirado em Zygmunt Bauman. Minha reflexão foi clara:
“Para encontrar um bom relacionamento, você deve estar bem sozinho e a outra pessoa também. Aí você terá uma relação legal. Se você aumenta a expectativa, você se frustra; se você diminui, você se diverte.” — @marciookabe
O Chamado: Origami como Ponte
Enquanto muitos se perdem no digital, descobri que as conexões mais verdadeiras surgem em lugares inesperados, como nos jantares do TimeLeft, onde a rede de amizades se expande organicamente. Mas senti que era preciso ir além.
Existe um despertar do Sagrado Feminino e um chamado latente para o Sagrado Masculino. Senti a missão de unir esses dois polos através de uma ferramenta única: o Origami.
Não como uma prática isolada, mas como uma ponte coletiva. Imagine homens e mulheres unindo dobras para criar Mandalas ou Flores de Lótus gigantes, em um ambiente com playlists de elevação espiritual, onde a conexão acontece pelo fazer, pelo estar e pelo SER — sem a pressão da “conquista” invasiva.
A Arte da Leveza
Relacionamentos são construídos dobra por dobra, com paciência e mãos leves. O origami nos ensina que não podemos entregar o que não temos; antes de buscar a “metade da laranja”, precisamos ser inteiros. Quando a alma assume a liderança, o romantismo deixa de ser “perseguição” e volta a ser poesia.
Ficou curioso(a) para conhecer essa forma de conexão através do Origami e do Sagrado? A vida deve ser seguida de forma LEVE, mas com o coração atento para o momento em que a sintonia certa aparecer. Se você quer saber mais sobre esses encontros e reflexões, me acompanhe por aqui: @marciookabe 🏮✨