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Negócios colaborativos – O futuro do trabalho?

Faz algum tempo que venho questionando diversos modelos tido como “certos”. O fato é que estamos em uma era de transição e é preciso repensar os atuais modelos de educação, aprendizado e trabalho.

Recentemente fiz um curso na Escola São Paulo “Negócios Colaborativos para a nova economia em transição” com Tomás de Lara e Oswaldo de Oliveira. Sem dúvida, foi um dos cursos mais transformadores que participei. Porém, também fiquei feliz em perceber que já estou aplicando na prática vários conceitos que vi no curso. Transcrevo abaixo uma descrição do curso:

“OBJETIVO
Co-criar protótipos de negócios inovadores com a cultura da nova economia, entendendo o conceito de economia colaborativa, negócios em rede e economia em transição.

SOBRE O CURSO 
Mais do que nunca uma economia baseada no paradigma do crescimento e da busca da riqueza é, por definição insustentável, e em consequência disto, estamos passando por mudança de era, estamos vivendo uma economia em transição. Consumo, produção, financiamento e aprendizagem colaborativa são novos tipos de interação economica, que trazem consigo mesmas um novo arcabouço de funcionamento, uma nova cultura. Engajamento cívico, cultura de inovação aberta, empresas em rede, projetos de tecnologia para inovação social, plataformas na web para diálogos urbanos e democracia digital são alguns dos resultados positivos que vemos surgir a partir desta nova sociedade cada vez mais conectada e mais preocupada com seu entorno social.”

Fonte: Escola São Paulo de Economia Criativa

Rede distribuída

Um dos conceitos fundamentais para quem quer compreender como trabalhar em redes colaborativas é entender os três tipos de redes: centralizada, descentralizada e distribuída.

A maioria das organizações estão no modelo descentralizado, pois tem um presidente, diretores, gerentes, etc. No modelo distribuído cada nó pode se conectar com qualquer outro nó. Ou seja, cada pessoa pode se conectar com que quiser. Este é modelo de conexão que permite surgir modelos colaborativos. É fato que a internet possibilitou um grau de conexão nunca antes imaginado, mas depende das pessoas tomarem a decisão de formarem as redes.

A primeira vez que vi este gráfico foi na palestra de Augusto de Franco no TEDxSao Paulo. Recomendo que vejam meu post “Redes Sociais – Como as pessoas realmente se conectam“, pois tem o vídeo da palestra.

Vejam algumas fotos do curso.

Laboriosa89 – Coworking 100% colaborativo

O Oswaldo de Oliveira é uma das pessoas mais conhecidas na área de colaboração e, recentemente, tomei conhecimento pelo Facebook do Laboriosa89 que é um espaço (realmente) inovador.

Coworking são espaços de trabalho onde as pessoas trabalham juntas em espaços abertos de forma que possam colaborar. Conheço dezenas de coworkings em São Paulo e em outras cidades, porém apesar de serem lugares muito melhores do que trabalhar home office ou em um escritório tradicional, ainda não são modelos colaborativos.

PROPÓSITO

  • É um lugar onde trabalho, diversão e aprendizado são a mesma coisa. 
  • É um ambiente que conecta as pessoas que vivem em rede. 
  • É um caminho para a realização de projetos com o olhar da abundância. 
  • É um espaço para exploração de possibilidades. 
  • É um local para experimentação de novas formas de interação social, de funcionamento baseado em processos mais distribuídos do que centralizados, de estruturas não hierárquicas, de empreendimentos inovadores e sustentáveis , de modelos organizacionais em rede , enfim de novas formas de morar, viver, produzir e se relacionar. 

Fonte: http://laboriosa89.blogspot.com.br/p/contas.html 

Um post que me chamou atenção é sobre o comércio “GLOCAL”. Confesso que ainda não entendi direito, mas compartilho o post com vocês.

  

Confesso que no Facebook não havia entendido direito a ideia, mas este vídeo ilustra bem.

Laboriosa 89 – LAB89 from Nós.vc on Vimeo.

Vejam o post no Facebook explicando como será a colaboração financeira para sustentar o Laboriosa89.

Como será o nosso futuro?

No post anterior, escrevi sobre Futuros Desejáveis com Lala Deheizelin que é futurista e excelente palestrante. Um tema que a Lala aborda com frequência nas suas palestras e entrevista é a CONFIANÇA.

Quando idealizei a Konfide em 2002, pensei no nome Konfide por significar CONFIAR em esperanto. Clique na imagem abaixo para ler sobre a história do nome Konfide.

A Academia Konfide é uma rede de ensino/aprendizagem baseada na CONFIANÇA para conectar jovens/profissionais e empreendedores/empresários.

A inspiração da Academia Konfide veio da origem da palavra ACADEMIA.

academia-de-marketing-digital

“A Academia original foi uma escola fundada em 387 a.C., próxima a Atenas, pelo filósofo Platão. Nessa escola, dedicada às musas, onde se professava um ensino informal através de lições e diálogos entre os mestres e os discípulos, o filósofo pretendia reunir contribuições de diversos campos do saber como a filosofia, a matemática, a música, a astronomia e a legislação. Seus jovens seguidores dariam continuidade a este trabalho que viria a se constituir num dos capítulos importantes da história do saber ocidental. A escola era formada de uma biblioteca, uma residência e um jardim. Pela tradição, este jardim teria pertencido a Academus – herói ateniense da guerra de Tróia (século XII a.C.), e por isso era chamado de academia.” Fonte: Casa do Bruxo

 

 

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